O crescimento do short stay e como ele impacta o mercado imobiliário para nômades digitais

O crescimento do short stay e como ele impacta o mercado imobiliário para nômades digitais

O short stay imobiliário vem ganhando força em todo o mundo, impulsionado pela ascensão dos nômades digitais e pelo crescimento do trabalho remoto. Esse modelo de moradia flexível transforma não apenas a forma como profissionais vivem, mas também abre novas oportunidades para proprietários e investidores do setor imobiliário. 

1. Short stay: o que é e por que cresce tanto? 

O termo “short stay” refere-se a estadias de curta duração, geralmente entre alguns dias e alguns meses, em imóveis mobiliados e prontos para uso. Essa modalidade se diferencia de hotéis tradicionais e contratos de aluguel longos, oferecendo mais flexibilidade, comodidade e experiência personalizada. 

Principais características do short stay: 

  • Imóveis mobiliados e equipados. 

  • Contratos flexíveis, sem burocracia. 

  • Serviços agregados (limpeza, internet, manutenção). 

  • Preço intermediário entre hotel e aluguel convencional. 

2. Quem são os nômades digitais e como influenciam o mercado 

Os nômades digitais são o público que mais se beneficia e impulsiona o short stay. Segundo estudo da Nomad List, a comunidade global de nômades digitais cresce anualmente, e cidades da América Latina vêm ganhando destaque por custo-benefício, qualidade de vida e boa conectividade. 

Características desse público: 

  • Valorizam flexibilidade: não querem vínculos longos. 

  • Procuram imóveis prontos para morar e trabalhar. 

  • Demandam boa internet e espaços funcionais. 

  • Costumam permanecer de 1 a 6 meses em cada cidade. 

Esse perfil impulsiona não apenas o setor imobiliário, mas também a economia local – consumo em restaurantes, coworkings, lazer e transporte. 

3. Impactos do short stay no mercado imobiliário tradicional 

A ascensão do short stay altera dinâmicas tradicionais do setor imobiliário. 

Principais impactos: 

  • Valorização de imóveis mobiliados: apartamentos equipados e bem localizados tornam-se mais atrativos. 

  • Aumento da rentabilidade para proprietários: a diária ou aluguel de curto prazo tende a ser mais rentável que contratos longos. 

  • Mudança no perfil da demanda: maior procura por imóveis compactos, funcionais e em regiões centrais. 

  • Profissionalização da gestão de locações: proprietários e investidores passam a buscar empresas especializadas para administrar contratos curtos. 

Estudos da AirDNA indicam que cidades com forte fluxo turístico e crescente adoção do trabalho remoto têm apresentado aumentos significativos nas locações de curta duração. 

4. Vantagens do short stay para investidores e proprietários 

Além de atender às necessidades dos nômades digitais, o short stay traz vantagens relevantes para quem investe em imóveis: 

  • Maior rentabilidade: diária média superior ao aluguel tradicional. 

  • Flexibilidade na gestão: possibilidade de uso próprio quando desejado. 

  • Diversificação do portfólio imobiliário: ideal para investidores que buscam liquidez. 

  • Menor risco de inadimplência: pagamentos são feitos antecipadamente. 

5. Desafios e regulamentações do aluguel de curta duração 

Nem tudo são vantagens. O modelo também traz desafios: 

  • Rotatividade alta: necessidade de manutenção e limpeza frequente. 

  • Gestão profissional: exige controle eficiente de reservas, preços e contratos. 

  • Regulamentações locais: algumas cidades impõem restrições ou taxas específicas para locações de curta duração. 

Nesse contexto, contar com parceiros especializados em gestão imobiliária é fundamental para garantir segurança e eficiência. 

6. Tecnologia como motor do short

A tecnologia é um dos pilares que sustentam o crescimento do short stay. Plataformas como Airbnb, Vrbo e Booking facilitaram o acesso a esse modelo. Além disso, soluções digitais tornam o processo mais prático: 

  • Check-in automatizado com fechaduras inteligentes. 

  • Gestão online de reservas e pagamentos. 

7. O futuro do mercado: cidades nômades digitais e hubs globais 

À medida que o estilo de vida remoto se consolida, algumas cidades se transformam em verdadeiros hubs de nômades digitais. Portugal, Cidade do México e Medellín estão entre as favoritas, e no Brasil, além de metrópoles como São Paulo, cidades em crescimento, como Blumenau, também têm atraído cada vez mais nômades digitais.

Outros conteúdos

-->

Outros conteúdos

Entre em contato pelo WhatsApp

Controle sua privacidade

Nosso site usa cookies para melhorar a navegação. Clique em "Minhas opções" para gerenciar suas preferências de cookies.

Minhas Opções Aceito

Quem pode usar seus cookies?

×

Cookies necessários

São essenciais pois garantem o funcionamento correto do próprio sistema de gestão de cookies e de áreas de acesso restrito do site. Esse é o nível mais básico e não pode ser desativado.
Exemplos: acesso restrito a clientes e gestão de cookies.

Cookies para uma melhor experiência (2)

São utilizados para dimensionar o volume de acessos que temos, para que possamos avaliar o funcionamento do site e de sua navegação e para oferecer a você melhores produtos e serviços.
Exemplos: Google Tag Manager, Pixel do Facebook, Google Ads, Google Analytics.mais detalhes ›

Google Tag Manager

Shareaholic